Inteligência artificial aprende sozinha a resolver cubo mágico

DeepCube é o nome de um programa criado por pesquisadores de ciência da computação da Universidade da Califórnia em Irvine, nos Estados Unidos. O sistema consiste em uma inteligência artificial que, segundo seus criadores, aprendeu sozinha a resolver um cubo mágico.

Também conhecido como “Cubo de Rubik”, em alusão ao seu criador, o húngaro ErnÅ‘ Rubik, este famoso quebra-cabeças consiste em uma peça de seis lados, cada lado com nove adesivos coloridos. O objetivo é reunir todos os adesivos de uma cor só em cada lado, girando as linhas e colunas em torno do eixo do cubo.

O quebra-cabeças ficou tão famoso que muita gente dedica a vida a descobrir maneiras de resolver o cubo no menor tempo possível. Há máquinas capazes de fazê-lo até em menos de um segundo. Mas o DeepCube é, supostamente, a primeira máquina a resolver um cubo mágico sem interferência humana.

O desafio é mais complexo do que pode parecer, como explica o MIT Review. Há sistemas de IA capazes de vencer humanos em jogos como xadrez e Go, mas, diferentemente desses jogos, resolver um cubo mágico é mais difícil para uma máquina porque ela não tem como saber quando um movimento no jogo é bom ou ruim.

Sistemas de inteligência artificial são treinados, geralmente, por uma técnica conhecida como “aprendizagem por reforço”. Isto significa que, para aprender a realizar uma tarefa sozinha, a máquina é recompensada por tomar uma atitude “correta” e punida em caso de uma atitude “incorreta”. Por tentativa e erro, o sistema aprende o que é que se deve fazer.

Mas, no caso de um cubo mágico, não é fácil perceber quando um movimento foi “errado”. Só dá para saber se aquela jogada foi correta ou não quando se chega ao fim do cubo e se resolve o quebra-cabeças; antes disso, não. Também não ajuda o fato de que existem mais de 43 quintilhões de combinações possíveis para um cubo mágico, das quais apenas uma importa.

Resumindo: o desafio dos cientistas da Universidade da Califórnia era criar um sistema capaz de aprender, sozinho, uma maneira de resolver um cubo mágico, sem a ajuda de humanos e sem usar algoritmos ou estratégias já conhecidas ou previamente programadas no seu código.

É aí que entra a Iteração Autodidática, a técnica usada pelos cientistas norte-americanos na criação do DeepCube. Ela permite que a máquina descubra se o movimento que ela está “pensando” em fazer é uma jogada boa ou ruim, mesmo sem ter recompensas para uma boa ou uma má jogada. Como ela faz isso? Montando o cubo mágico de trás para frente.

Funciona assim: o sistema analisa o estado em que o cubo está, com as cores dispersas aleatoriamente, e gera uma proposta de movimento. Para saber se esse movimento é bom ou ruim, o DeepCube “imagina” o cubo completo, com todas as cores no lugar, e vai desmontando-o até chegar ao estado em que ele está agora.

Assim, a máquina sabe se o movimento proposto vai ajudar a resolver o cubo ou não. Como dá para perceber, não é um processo fácil. Cada movimento do cubo é exaustivamente analisado pelo DeepCube antes de ser tomado, para evitar “chutes” que não levem a nada. Mas o resultado, segundo os autores do estudo, é preciso.

“Nosso algoritmo foi capaz de resolver 100% dos cubos bagunçados aleatoriamente com, em média, apenas 30 movimentos – menos ou o mesmo que pessoas que empregam conhecimento de domínio humano”, explicaram os autores do estudo. O DeepCube foi até capaz de criar suas próprias estratégias, como começar a arrumar o cubo por um dos cantos e depois fazer o resto, por exemplo.

Todo o processo de aprendizagem levou 44 horas, enquanto o sistema analisava 2 milhões de combinações diferentes em mais de 8 bilhões de cubos virtuais (alguns repetidos). Para alcançar tudo isso, o DeepCube foi executado num servidor com processador Intel Xeon E5-2620 com 32 núcleos e três GPUs Titan XP da Nvidia.

Qual a vantagem disso tudo? Os cientistas explicam que ensinar máquinas a resolver problemas sem a ajuda humana nos deixa um passo mais próximos de sistemas de inteligência artificial realmente autônomos. Isso pode contribuir para a criação de carros mais inteligentes e até robôs de resgate mais eficientes. O próximo desafio do DeepCube, segundo o Gizmodo, é resolver um quebra-cabeças de 16 lados.

 

Fonte: https://olhardigital.com.br/noticia/inteligencia-artificial-aprende-sozinha-a-resolver-cubo-magico/76847

Estudo indica qual operadora tem o melhor 4G do Brasil

A OpenSignal, uma empresa britânica que estuda redes de internet sem fio ao redor do mundo, divulgou nesta terça-feira, 19, mais um levantamento referente às conexões móveis no Brasil revelando qual é a melhor provedora de 4G do país.

Na avaliação da OpenSignal, a Claro é a operadora com o melhor 4G do Brasil. Por “melhor 4G”, entende-se que é a empresa que fornece a maior velocidade média de download (28,18 Mbps), maior velocidade média de upload (9,28 Mbps) e a menor latência (61,21 milissegundos).

No entanto, a Claro não é unanimidade. No quesito cobertura do 4G, a Tim supera a concorrente. Um celular com chip da Tim consegue acessar uma rede 4G em 75,8% das tentativas, em média, segundo as métricas do estudo da OpenSignal.

Outro ponto em que a Claro perde é em latência do 3G, superada pela Nextel com 62,5 milissegundos de atraso. Além disso, a Claro vence em velocidade de download por 3G (4,5 Mbps); e velocidade de download geral, incluindo 3G e 4G (16,92 Mbps).

A OpenSignal também analisou as principais operadoras do Brasil por regiões metropolitanas. A Claro permanece com o 4G mais rápido em Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo. Mas nas outras categorias, há uma mistura maior de operadoras.

No quesito latência do 4G, por exemplo, a Nextel é líder em São Paulo, a Oi lidera no Rio de Janeiro e a Tim divide com ela a liderança em Belo Horizonte. Já no quesito cobertura do 4G, a Tim vence nas três regiões, dividindo com a Claro a liderança em Belo Horizonte.

O estudo foi feito a partir do aplicativo da OpenSignal, instalado em 372.841 smartphones espalhados pelo Brasil. Mais de 6 bilhões de medições de velocidade de internet entre 1 de março e 29 de maio de 2018 compõem o resultado da análise.

Fonte: https://olhardigital.com.br/pro/noticia/estudo-indica-qual-operadora-tem-o-melhor-4g-do-brasil/76841

8 passos para realizar reuniões de sucesso

Reuniões devem ser muito bem planejadas para que seus objetivos sejam realmente atingidos, caso contrário essas perdem o significado ou podem causar uma impressão negativa. Também é preciso ter cuidado para evitar um mal que chamamos de reuniãotite, que seria a realização desses encontros com uma frequência muito grande e sem objetividade. A afirmação é de Reinaldo Passadori, especialista em Comunicação Verbal e CEO do Instituto Reinaldo Passadori de Comunicação Verbal.

Para evitar que reuniões sejam perda de tempo, o executivo preparou algumas recomendações.

A primeria delas é planejar o antes, o durante e o depois. “Ao agendar a reunião já deve ser definido o profissional responsável, organizando agenda de todos e as pautas a serem debatidas. Hoje existem diversas ferramentas que possibilitam o envio de avisos de alertas aos participantes. Durante a reunião, sempre é preciso que alguém conduza, para limitar ânimos e tempo. Por fim, ao finalizar o evento é importante enviar a pauta com definições de ações e quem será responsável por cada ponto abordado.

Ainda, Passadori diz que é preciso definir objetivos claros. “As reuniões empresariais geralmente possuem objetivo de fechar negócios, alinhar os resultados, passar um feedback sobre os últimos acontecimentos e acompanhar o desempenho do negócio. Assim, já se deve ir preparado com o discurso e algumas opções sobre os temas que serão definidos. Exemplo é uma reunião comercial, onde já se deve ir com os limites de negociações para que possa, possivelmente, já sair do local com um contrato assinado.”

Confira 8 passos para que sua reunião seja prática e objetiva, além de garantir sucesso e resultados:

1. Defina os temas que serão abordados e o tempo que durará

2. Escolha o local adequado e respeite o horário, bem como, a duração prevista;

3. Defina os participantes da reunião;

4. Estabeleça uma dinâmica interpessoal;

5. Tenha os objetivos claros;

6. Marque na sua agenda;

7. Utilize recursos audiovisuais para a sua apresentação ficar mais completa, eficaz e clara ao público.

8. Envolva os participantes para que haja interação.

Mesmo que você só seja convidado para reunião é imprescindível ser pontual, saber a pauta a ser tratada, e estar bem preparado para argumentar de forma clara, precisa e objetiva, tornando-se uma pessoa que será observada como referência na área de atuação. Por isso reflita: E você? Como se sai numa reunião?

Fonte: http://computerworld.com.br/8-passos-para-realizar-reunioes-de-sucesso